Muitas vezes esquecemos de estabelecer um referencial, uma reflexão a cerca do real valor dos acontecimentos e com isso corremos o risco super dimensionar este ou aquele fato ou, por outro lado, sub- avalia-los e então, incorremos em uma subversão na escala de prioridades. Mesmo que algo para nós em um primeiro momento seja "catastrófico", para outra pessoa com outras vivências (bastante obvio issso...), pode ser um fato menor, - ou ainda maior... ( vai saber?), ainda assim tudo depende do ponto de vista pois o âgulo sobre o qual se toma uma posição pode mudar totalmente as perspectivas e os desenrrolares das coisas da vida.
Em alguns momentos as opressões parecem tomar conta por puro super dimensionamento das circunstâncias, no entanto, basta estabelecer algum paralelo com as cercanias, já pra não falar de nossos próprios causos e percaussos, que a referência nos traz de volta ao chão...
O "choque de realidade" é por demais necessário para que o caos de lugar à ordem. Então se faz prioritário que façamos um cálculo sobre o peso das coisas ... vida terrena é transitória... isso ja bastaria para elevar o entendimento da efemeridade dos fatos e mesmo aqueles que nos imputam a mudanças, passam... o que realmente importa é o que fica, o que resta não como fardo, mas como legado, como ensinamento... parafraseando.. (oo recurso bom esse...) "nunca haveremos de pisarmos duas vezes no mesmo rio".... asssim somos nós, que mude os fatos, que mude as circunstâncias... que mudemos nos proprios... mas que aprendemos a utilizar as referencias para possamos aprender sempre... e que seja a análise mais justa o possível e assim seremos coerentes à priori com nós mesmo e cada vez aprimorarmos nossas referencias, pois elas nos situam com exatidão... asssim, façamos as escolhas mais acertadas conforme o ponto de referência.... se sabemos de onde viemos, haveremos de saber onde pretendemos chegar...
👏👏👏
ResponderExcluir